11/09/2021 às 13h38min - Atualizada em 12/09/2021 às 00h00min

SP aplica 67% das doses de reforço contra covid-19 do Brasil

Adultos imunossuprimidos, como pacientes em tratamento de hemodiálise, quimioterapia, aids, transplantados, entre outras pessoas em alto grau de imunossupressão poderão tomar dose de reforço no estado.

SALA DA NOTÍCIA Agência Brasil
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O estado de São Paulo já aplicou 67% das doses de reforço contra covid-19 do país. O vacinômetro do governo de SP marcou 41,4 mil adicionais aplicadas até esta sexta-feira (10), às 15h35.



Isso significa que quase 42 mil pessoas já receberam a aplicação extra para reforçar a proteção contra a doença. Além de São Paulo, os estados de Mato Grosso do Sul e di Espírito Santo já estão realizando a estratégia a partir desta semana. Juntos, os três estados somam cerca de 62 mil doses de reforço administradas no Brasil.



No decorrer de toda a campanha, iniciada em janeiro de 2021, SP já administrou mais de 55,75 milhões de doses. O número soma 35,34 milhões de aplicações de primeira dose, 19,22 milhões de segunda e 1,15 milhão de dose única, além das 41,48 mil de reforço já citadas.



Com a mobilização das 645 cidades, 97,02% da população adulta de SP já recebeu pelo menos uma dose da vacina, e 57,34% das pessoas com idade acima de 18 anos já têm esquema vacinal completo.



Conforme orientação do Plano Estadual de Imunização (PEI) e do Comitê Científico do Estado de São Paulo, os municípios devem aplicar o imunizante que estiver disponível nos postos também para aplicação da dose adicional, pois todas as vacinas em uso no Brasil são seguras e eficazes.



Esta primeira fase dedicada ao reforço na proteção contra a covid-19 começou na segunda-feira (6) visa alcançar todas as pessoas com 60 anos ou mais que tomaram a segunda dose há pelo menos seis meses, ou seja, em fevereiro e março. Além disso, também serão imunizados imunossuprimidos com idade a partir de 18 anos. Os dois públicos desta fase somam um milhão de pessoas.



Para organização da rede, o calendário foi escalonado por faixas etárias e priorização dos mais velhos. Até o dia 12, receberão a dose adicional quem tem 90 anos ou mais. Entre 13 e 19 de setembro, será a faixa etária de 85 a 89 anos. Entre os dias 20 e 26, as doses estarão disponíveis para os que têm de 80 a 84 anos. 



Também estão inclusos neste período os adultos imunossuprimidos, como pacientes em tratamento de hemodiálise, quimioterapia, Aids, transplantados, entre outras pessoas em alto grau de imunossupressão. Neste caso, a dose adicional será aplicada pelo menos 28 dias após a data da conclusão do esquema vacinal, seja pela segunda dose (CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer) ou por dose única (Janssen).



A partir do dia 27, até 3 de outubro, serão contempladas pessoas na faixa de 70 a 79 anos. Concluindo esta fase ainda no mês de outubro, serão alcançados os idosos de 60 a 69 anos entre os dias 4 e 10.



No total são 7,2 milhões de pessoas que tomaram suas vacinas em momentos diferentes da campanha, e receberão suas doses adicionais quando completarem os intervalos de tempo mínimos após a segunda dose ou conclusão do esquema vacinal - de pelo menos seis meses para quem tem 60 anos ou mais, e ao menos 28 dias para os adultos com imunossupressão.



A decisão de São Paulo de incluir o grupo de 60 a 69 anos foi embasada em recomendação do Comitê Científico após análise de trabalhos e as experiências ao redor do mundo dos indicadores da pandemia, especialmente entre idosos, que ainda figuram entre as principais vítimas fatais da covid-19.




Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
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