17/09/2021 às 17h33min - Atualizada em 18/09/2021 às 00h00min

Para a ANFAC o aumento do IOF pelo governo federal: “prejudica quem mais precisa de crédito, os pequenos e médios empresários”

A medida afetará as empresas clientes do setor do fomento comercial, que são tributadas pelo imposto

SALA DA NOTÍCIA da Redação
O aumento do IOF de 1,5% para 2,04, para pessoa jurídica, e de 3% para 4,08%, para pessoa física através de decreto pegou de surpresa todo o mercado.

Segundo o governo, o aumento seria para obtenção de receitas para financiar a implantação do Auxílio Brasil, programa social que vai substituir o Bolsa Família. 

As micros, pequenas e medias empresas, mercado-alvo do fomento comercial, que já lutam com tantas dificuldades, terão seus custos onerados com esse aumento e reduzida a sua capacidade de produção.

Segundo o presidente da ANFAC - Associação de Fomento Comercial, Luiz Lemos Leite, a medida prejudica e penaliza exatamente aqueles que mais precisam de crédito no momento.

O governo veio interromper o ritmo de recuperação da economia, cujos índices já eram bem animadores, lembrando que a pandemia ainda não chegou ao fim e nem as suas consequências não foram totalmente superadas. 

O fomento comercial, na atual conjuntura política social e econômica do País, tem garantido a sobrevivência de milhares de pequenos e médias empresas.

O pequeno e o médio empresário precisa agora, mais do nunca, de injeção de recursos para aproveitar o período do final do ano com o aquecimento da demanda dos negócios.




 
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